Los Andes Sagrados

Los Andes Sagrados

domingo, 27 de julio de 2014

Olha o céu, sente...



Un día caí sobre un trozo de arcilla perfumada,
viniente de mi Bien Amado.
Embriagado por su perfume, pregunté:
"¿Eres almizcle o ámbar gris?".
La arcilla respondió:
"No soy más que un vulgar trocito de arcilla,
pero me he asociado con una rosa".

No hay permanencia en las flores
aquello que no dura no merece devoción.
Lleva una rosa del jardín
ella durará algunos días,
lleva un pétalo de mi Jardín de Rosas
él durará la eternidad.
                                                        Shiraz

PRÁTICA DOS 21 DIAS
O CHAMADO DE MAITREYA
A Comunidade do Coração
De 1º a 21 de setembro de 2014
Informações: misticaandina@yahoo.com.br
Inscrições: www.misticaandina.com.br


lunes, 7 de julio de 2014

O CHAMADO DE MAITREYA


Uaikis ardentes de devoção!
Não é possível definir ao chamado de Maitreya a unir-se a esta colméia viva e mimosa do coração... plena de cooperação, de irmandade!
Mas é possível sentir...
Não é converter-se em uma pedra... no cume de um morro, quieto, duro, de olhos fechados... não!

É brando, úmido... um alto surtidor de inspirações que o vento faz dançar...
Não é idéia... tem idéias... é um sentir... há gente que pensa que quando sentes, quando vivencias o chamado em teu coração, não tens mais desejos, a paz é algo contínuo e zaz! Final!... 

Não, amado, é princípio de recém chegado... não final... aqui começa a aventura épica de viver dançando!

Olhas o céu, sentes a tribo das nuvens que, junto a ti, unidas no ofício de viver na música do coração, passam sem pressa, com passo de estrelas...

Não há definição mental, há sentir. 

Agora!
     Agora mesmo está em ti, dentro, lá onde sentes, dentro!
  
Por que não defines, que é esta primavera do chamado do Infinito?
               te direi....
                   Não  pode ser expressado em palavras... não entra dentro das palavras... só a arte pode mostrá-lo...
                    Dali a insistência, a dançar, a escrever, a pintar, a entregar-se às mil preciosuras do ofício artesanal...
          Quando abres um buraco na camada de gelo que cobre o coração... começas  a sentir o chamado... E como se pode saber que isto ocorre?
                              Como?!!!
           Sentes gratidão!...... pelo que chega, pelo que há, pela bênção desta vida!

Ali, podes saber que o raio que não cessa de chegar, tocou... fizeste a conexão com a fonte de todo AMOR!
           
Sentes anelo por servir e o fazes sem resistência, nem jogo mental!

                                ISSO É!

Isso, gratidão, anelo por servir, por semear, isso é o efeito que a mente pode testemunhar de que o milagre está alquimizando a vida íntima!
E o gelo, o triste e obscuro gelo, essa camada de gelo que te mantém no bueiro da vida... começa a se quebrar e a derreter, ante o esforço doce do sagrado combate com o inconsciente, com o individualismo egóico, que só reforça os limites gelados...

Quando tu, nós... nos deixamos ir a hipnose do gelo, ou o transformamos, ou o derretemos, surge um deslumbramento de asas, um jardim ensolarado que canta, grato por cada alento... e servir é vida, é alegria! E semear é um ato natural e contínuo... é nossa respiração humana de "comuneiro" do coração!

Não defini, nem o farei, o chamado de Maitreya à comunidade do coração, à fogueira onde se nutrem nossos melhores sonhos, senão te estou falando o que sinto...

Se sente em sorrisos, em lágrimas, em abraços, em atos amorosos, em serviço compassivo e alegre, em doação de tempo, idéias, dinheiro, amor...

É um sentimento e quando o sentes, sabes e não podes equivocar-te... entrega-te! 

Vem, dança, brinca, canta conosco, os que, determinados pelo afeto, caminhamos e sonhamos com a Comunidade do Coração!

Sente este verde chamado, funde Sua boca com a nossa, e funde com a vida Sua Voz à minha garganta e escrevo, com o fervor das mil vozes, convidando-te com paixão à festa da vida! Se me volta rio, o coração amado, ah se me visses agora!

Aqui... entre meus amigos queridos, neste Ayllu de amor, alço meu coração molhado e seu olho de nimbo dourado me olha e se ri, vem de dentro em 21 dias, em sat sang, em risos, em Ayllu. 

Vem, negrita, negrito, bebe comigo este vinho de flores e Amor!

Úmido, como um beijo de primavera, virado memória dos mais altos dias dos Incas, canta Maitreya. E este pequeno mestre enamorado te canta, te canta para que dances, nesta tarde que está trazendo a noite... e o último raiozinho de Tayta Inti beija o morro em frente a esta janela!
Tenho bebido deste canto, até estar satisfeito! Ah... se me visses!

Ah... Comunidade do Coração... vem, dança, semeemos, cantando!

Lucidor


Prática dos 21 dias - de 1º a 21 de setembro de 2014

Informações: misticaandina21dias@yahoo.com.br